Veja quem são os possíveis candidatos a prefeito de Macapá em 2020

A eleição para prefeito de Macapá já tem pelo menos nove candidatos a candidatos. Enquanto uns são unanimidade dentro de seus partidos, ainda outros terão que brigar internamente pela indicação. O jogo é só em 2020, mas os partidos já estão no aquecimento. Por isso, o blog apurou como está a movimentação e montou uma lista com os possíveis nomes que vão participar da disputa. Confira:

João Capiberibe: o PSB não confirma, mas também não descarta a candidatura do ex-senador. Ainda embalado pelos mais de 174 mil votos que recebeu na eleição para o governo, Capiberibe é tido como favorito pelos analistas e futurologistas de plantão. Aos 72 anos incompletos, Capi não dá sinal de cansaço. Se topar o desafio, é páreo duro.

Gilvam Borges: candidatíssimo, segundo o próprio. Com partido pra chamar de seu, não terá dificuldade de entrar na disputa. Sem vencer desde 2002, o ex-senador, antes sempre bem votado, teve minguados 26.360 votos na última eleição para o Senado. Mesmo assim continua caminhando e de olho na cadeira de Clécio.

Genival Cruz: está pronto para colocar os adversários no mesmo saco de farinha. Depois de concorrer a deputado, Cruz volta a focar o executivo como candidato do PSTU.

Paulo Lemos, Silvana Vedoveli e André Lima são os nomes cogitados dentro do grupo político encabeçado por Clécio, Randolfe e Davi. Silvana seria a queridinha, mas os outros dois não estão descartados.

Cirilo Fernandes e Guaracy Jr: respectivamente candidatos ao governo e ao Senado na eleição passada, os dois são os principais nomes do PSL. Cirilo teve 45 mil votos, enquanto Guaracy teve pouco mais de 40 mil. Em 2018 Cirilo teve vantagem em votos, mas em 2019 Guaracy tem o comando do partido. No entanto, Guaracy garante que o partido vai fazer pesquisas para definir o melhor nome.

De forma muito discreta e tímida, também se fala em Adiomar Veronese. Vice de Gilvam em 2016, o empresário estaria sendo cotado para ser candidato pelo Pros, com as bênçãos do deputado Acácio Favacho e do vice-governador Jaime Nunes, mas sem a participação do PDT de Waldez, que não lançaria candidato, conforme acordo que teria feito com Clécio no segundo turno da eleição para o governo no ano passado.

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