Eleição para a Câmara de Macapá teve exoneração por “fuxico”, chantagem emocional e traição

Dessa vez não foi preciso colocar todo mundo numa van e vigiar 24 horas. Mas a eleição para a Câmara de Vereadores de Macapá teve bastidores bem emocionantes. A ex-dama de um vereador chegou a ameaça-lo de não poder mais ver o filho, caso não votasse no candidato que ela queria. Outro vereador da base do prefeito foi orientado a votar contra Furlan para não fortalecê-lo a ponto de achar que não precisava de mais ninguém. E teve o vereador de um forte grupo politico, que perdeu as indicações que tinha na prefeitura por causa de um “fuxico” de que estaria conversando com o grupo adversário. O acordo nem estava fechado, mas foi consolidado depois que Furlan deu uma caneta tentando pressionar o aliado.

O negócio foi tenso.

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