O secretário Diego Santos, que funciona como uma espécie de 24° vereador de Macapá, pela constante presença na Câmara Municipal, principalmente, em dias críticos, terá muito trabalho para manter a blindagem que vem poupando o prefeito Antônio Furlan da apuração das várias denúncias de corrupção na prefeitura da capital.
Em desvantagem numérica, que tende a se ampliar, o prefeito e sua equipe terão que fazer o que menos gostam: responder perguntas incômodas. A CPI para investigar suspeita de fraude em licitação, desvio de recurso público e lavagem de dinheiro na obra do Hospital Municipal será o primeiro teste. Resultado, a conferir.


