Escândalo do Propinão de Macapá marca fim do segundo mandato de Furlan

A investigação da Polícia Federal que aponta para desvio do dinheiro do hospital municipal para pagamento de propina, batizado de “Propinão de Macapá” marca o fim do segundo mandato do prefeito Antônio Furlan. Isso porque, mesmo que o afastamento não se estenda por mais de 60 dias, Furlan não retornará ao cargo, se for mesmo candidato na eleição deste ano, visto que a lei eleitoral o obriga a renunciar até 4 de abril. Furlan sai pela porta dos fundos, devendo respostas ao morador de Macapá que foi surpreendido com acusações gravíssimas de corrupção na gestão.

Mas se escapar do eleitor, da justiça não escapará. A investigação segue e, ao que tudo indica, o que foi revelado até aqui é apenas a ponta do iceberg.

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